Cada fase entrega o insumo que a próxima precisa. Não se constrói indicador confiável sobre um processo que ninguém escreveu, nem se cobra governança sem número que sustente a decisão. Por isso a sequência é a mesma em toda implantação; o que muda de empresa para empresa é a profundidade de cada etapa. E uma fase só é dada por concluída quando a mudança está em uso na operação — não quando o documento fica pronto.
Gratuito e sem compromisso. Feito com você e com as pessoas críticas de cada área — não só com a diretoria.
Percepção → realidade.
Compreender em profundidade a situação atual e identificar os fatores que limitam o crescimento: onde a decisão trava, onde o retrabalho nasce e quais tarefas só andam porque você está no meio delas. Leva até 15 dias e produz a linha de base contra a qual toda evolução será medida.
Critério de saídaDiagnóstico concluído, maturidade avaliada e prioridades estratégicas definidas e aprovadas pela liderança. O retrato é seu mesmo que a gente não siga junto.
O que antes vivia na sua cabeça vira rotina com responsável, prazo e indicador. Exige a participação da liderança: sem isso, o processo é desenhado, mas não é adotado.
Conhecimento tácito → conhecimento registrado.
Documentar e compreender os processos críticos — aqueles que sustentam a operação e concentram maior risco, dependência ou impacto. O conhecimento deixa de depender exclusivamente das pessoas.
Critério de saídaTodos os processos críticos identificados, documentados e validados pelos responsáveis.
Esforço individual → estrutura de gestão.
Construir a estrutura mínima necessária para sustentar a gestão: indicadores, estrutura inicial de governança, responsabilidades e documentação operacional. Aqui a estrutura-alvo é desenhada — ainda não colocada em operação.
Critério de saídaEstrutura mínima de gestão construída, validada pela liderança e pronta para entrar em operação.
Documentação → rotina.
Colocar tudo o que foi construído em funcionamento dentro da operação real. Os processos deixam de existir apenas no papel e passam a fazer parte do dia a dia da empresa.
Critério de saídaProcessos, indicadores e rotinas incorporados à operação e utilizados de forma consistente.
Acompanhamento consultivo por até um ano contado do início da estruturação: reunião de indicador acontecendo, decisão com número na mesa e ajuste quando a realidade muda.
Decisão pessoal → decisão sistêmica.
Estabelecer mecanismos permanentes de acompanhamento, tomada de decisão e responsabilização. A empresa passa a decidir de forma estruturada, com base em dados e responsabilidades claras.
Critério de saídaRotinas de governança funcionando com regularidade, responsabilidades formalizadas e decisões conduzidas pelo sistema de gestão.
Dependência → operação sustentável.
Consolidar a implantação até que o sistema opere de forma estável. Ao final desta fase o instrumento de diagnóstico é reaplicado e comparado à linha de base da Fase 1 — a comparação entre as duas medições é o resultado da implantação.
EncerramentoSistema consolidado, equipe operando com autonomia crescente e acompanhamento consultivo mantido por até um ano contado do início da estruturação. Você assume o controle estratégico e libera a agenda para o que só você pode fazer.
O diagnóstico é gratuito, leva até 15 dias e o retrato é seu mesmo que a gente não siga junto.